MATÉRIAS/REVIEWS
 
  
 
26/03/2009
ENTREVISTA: ALUIR AMANCIO
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 



Natural de São Caetano do Sul, o paulista Aluir Amancio tem uma extensa carreira nos quadrinhos. Já trabalhou com o criador da Turma da Mônica, produziu diversas capas e aventuras para a redação de quadrinhos da Editora Abril, além de diversos outros trabalhos, incluindo jogos e animação.

Foi indicado por duas vezes ao Prêmio Abril de Jornalismo, a primeira delas em 1995 por seu trabalho na revista Senninha e sua Turma lançada pela Abril. Foi indicado nos prêmios Russ Manning AwardEisner Award por seu trabalho em Superman Adventures. Conheça um pouco mais sobre a carreira e obra desse grande talento brasileiro, aclamado no Brasil e no exterior.

HQM: Aluir, quando você teve o seu primeiro contato com quadrinhos?
Aluir Amancio:
Esse foi um processo em fases. Antes dos quadrinhos era a TV: A Princesa e o Cavaleiro, O Homem de Aço, Zoran, O Garoto do Espaço, Super Dínamo, Príncipe Planeta. Havia também os desenhos da Hanna-Barbera que eram especiais, pois a Editora Abril logo começou a publicar as versões em gibi desses desenhos. Mas o primeiro que me causou uma forte impressão foi uma revista do Homem-Aranha publicada pela Ebal. Minha sensibilidade infantil não ignorou a diagramação horrível, as cores estranhas, e os traços muito pesados que, muito mais tarde descobri, faziam parte da diagramação da edição nacional. Mesmo assim eu sabia que havia algo diferente naquela revista. Mas finalmente o que mais prendeu minha atenção foram os gibis da RGE com desenhos de Jack Kirby: Os Quatro Fantásticos - foi o primeiro gibi que colecionei pra valer.

HQM: Quando você começou a desenhar?
Aluir:
Foi quando descobri a carteira profissional do meu pai. Aquilo tinha um monte de páginas em branco e pensei: “Por que não?”. Achei uma caneta também e mandei ver - eu devia ter 2 ou 3 anos de idade. Nesse mesmo dia risquei um carro no braço do sofá que era todo de couro - quando minha mãe chegou, já tinha um congestionamento inteiro desenhado no sofá dela. Eu gostava de desenhar carros. Nessa época, meu pai tinha um estabelecimento e os fregueses dele sempre me pediam para desenhar algo. Invariavelmente eu pedia um sorvete como parte do pagamento, então eu já possuía certo tino para os negócios também. Quando comecei a estudar, minha professora me deu um caderno espiral de desenho e não parei mais.

HQM: Qual foi o seu primeiro trabalho profissional?
Aluir:
Os que foram pagos com sorvete? (rs). Bem, provavelmente foram as artes para a Folhinha de S. Paulo produzidas pela MSP (Mauricio de Sousa Produções). Estão todas lá no arquivo da Folha, é só pesquisar para conferir. Eu devia ter uns 12 ou 13 anos de idade. Até a página central eu fiz.

HQM: Você trabalhou cerca de oito anos nos estúdios Mauricio de Sousa, certo? Você sugeriu mudanças para o visual atual da Turma da Mônica? Se sim, como foi?
Aluir:
Na realidade eu fiz o projeto para a revista da Tina a pedido do próprio Mauricio nos anos 80. Ele costumava entrar no estúdio e parar na minha prancheta para conversar. Naquele dia ele ficou impressionado ao perceber que tinha uma caricatura do Robert Redford em uma história da Tina que eu tinha acabado de desenhar. Então percebemos que a personagem havia amadurecido nas minhas mãos e merecia uma revista só dela. Mas não houve nenhum planejamento antecipado, apenas a visão artística e um relativo grau de risco, pois eu fui alterando de propósito a aparência da personagem de maneira bem sutil ao longo do período de mais ou menos um ano. Ninguém percebeu, e quando deram conta a Tina não era mais aquela garotinha de antes, sua postura era outra e até mesmo o penteado mudou.

Recentemente, mais ou menos há dois anos, o Mauricio me pediu para escrever uma história da Tina. Ele especificamente queria que tivesse a ver com o Rally dos Sertões, o resto eu iria desenvolver. Mas ao voltar para casa, pensei: "Por que não fazer o Paris-Daccar? Vamos internacionalizar a Tina. Eu posso fazer isso". Porém, o Mauricio decidiu por levar o projeto adiante sem mim. Paciência. Mas devo acrescentar que quem merece reconhecimento pelo visual da turminha é a designer Emy T. Y. Acosta. Ela foi a artista responsável pela história clássica de Romeu e Julieta. Outros artistas influentes antes de mim foram José Márcio, Carlos Alberto Pereira e a maior de todos, Rosana Munhoz.

Anos mais tarde voltei a fazer essa mesma brincadeira com estilos em Superman Adventures, que deveria ser uma revista baseada no desenho da Warner. Minha idéia inicial foi mexer no visual da Lois, tirar aquele tailleur padronizado do model e mudar aos poucos o penteado dela. Como o editor não estranhou, fui aumentando o grau de experimentação a cada nova edição, alterando completamente o visual da revista. A melhor sensação de aprovação que tive foi durante o Eisner Awards, em 1999, quando meu trabalho por Superman Adventures concorreu a um dos prêmios. De repente a imagem da minha Lois Lane estava sendo projetada no telão de 3 ou 4 metros de altura e foi o mais aplaudido daquela categoria. Não levei o prêmio, mas a aprovação daqueles aplausos continua comigo até hoje. É gratificante saber que esse material ainda continua sendo republicado dez anos depois de ter sido produzido.

HQM: Você tem saudades da época da Abril, quando desenhava diversos personagens como Senninha, Os Trapalhões e Jaspion? Também na Abril, para a Disney, além de ilustrar capas para as revistas, você também desenhou alguma história do universo dos patos? Você se lembra de todos os títulos em que trabalhou?
Aluir:
O trabalho para a Editora Abril possuiu fases distintas: desenhei muitas histórias do Zé Carioca e dos patos para a revista da Margarida, além também de algumas do Tio Patinhas. O Jaspion foi uma tentativa interessante de fazer super-heróis no estilo americano à revelia dos editores da Abril, mas que deu certo e perdurou por um bom tempo depois que deixei o título. A idéia daquele formato foi minha e do meu amigo roteirista Rodrigo de Góes e de Alexandre Nagado.

Já o Senninha parou em minhas mãos em um período difícil. Naqueles dias a revista estava sendo produzida dentro do Instituto, mas a morte do Ayrton Senna foi um choque muito grande para todos e a produção da revista ficou paralisada por várias semanas. Eu entrei para salvar a produção. Provavelmente eu era o único que poderia fazer isso por causa da rapidez e qualidade, e depois disso a revista ficou sob minha responsabilidade por dois anos. Algum tempo depois contratei um assistente de arte, Anderson Nunes, mas a gente passava mais tempo tocando guitarra do que trabalhando! Antes de parar com o Senninha eu falei pra ele "Vai lá, mostra suas artes e diz que trabalha comigo”. Ele foi e continua lá até hoje. O principal nessas histórias todas são os amigos que se faz.

HQM: Como era o ritmo de produção? Era muito puxado na época?
Aluir:
Na verdade eu puxava o ritmo, pois havia muita coisa para se fazer. Eu terminava um trabalho e logo em seguida pedia mais. Na maior parte do tempo meu trabalho era publicado simultaneamente em três títulos diferentes. Eu desenhava de 50 a 60 páginas por mês, incluindo várias páginas de arte-final. Lembro-me que fiz um levantamento e descobri que até 1999 eu havia desenhado mais de sete mil páginas de quadrinhos. A história mais engraçada sobre minha rapidez aconteceu quando eu morei em Los Angeles, trabalhando nos estúdios da Warner. Eu fiquei algumas semanas enrolando um script e o diretor (meu amigo Butch Lukic) começou a ficar preocupado com isso, pois a responsabilidade da produção era dele.

Ele quis ver o que eu tinha feito e mostrei para ele um calhamaço de páginas em branco. Ele pôde conferir apenas algumas poucas anotações dispersas, mas nenhum desenho. Ele quis saber se o material ficaria pronto no prazo e eu garanti que sim. No dia seguinte entreguei 70 páginas de storyboard completas e ele fez a cara mais estranha perguntando: "What is this, magic? There was nothing in these bloody pages yesterday!" (nota do HQM: O que é isso, mágica? Não havia nada nessas malditas páginas ontem!).

HQM: Qual a sua participação na revista em quadrinhos do Faustão? Ela foi lançada pela Abril no momento em que grande parte das revistas infantis da editora estavam sendo descontinuadas. Esse foi um dos seus últimos trabalhos na editora?
Aluir
: Na verdade a revista do Faustão era produzida pelo estúdio do Paulo José (que desenhou a revista da Xuxa por um bom tempo antes de mim). Devo ter feito apenas duas ou três histórias para ele. A redação de quadrinhos nacional da Abril foi extinta em 1997, mas o curioso é que eu já sabia que aquilo iria acontecer. Por isso permaneci por muito tempo à margem do mercado sem me comprometer com nenhuma empresa. Ninguém entendia minha postura até que aconteceu. Como a globalização estava se tornando uma realidade muito rapidamente, a visão de globalizar os negócios era uma necessidade vital. Meus últimos trabalhos para a Abril foram para a redação Disney, pouco antes de acabar tudo.

HQM: Andrea, a Repórter, a revista lançada pela Abril na década de 90, era de sua criação? Quantos números foram lançados? Lembra de como foi a repercussão na época? Você teve mais algum trabalho autoral lançado pela Abril ou por outra editora?
Aluir:
O projeto surgiu como uma necessidade de auto-afirmação, para dizer "esse é meu estilo". O contrato inicial pedia uma publicação bimestral, por isso eu concordei com os termos. Três edições no período de seis meses parecia ser uma proposta  interessante, mas assim que o primeiro número ficou pronto, fui informado de que a periodicidade havia mudado e que agora a revista seria mensal. Para completar a situação, tive um problema na mão direita que progressivamente me impediu de continuar desenhando. Foi o fim do projeto. Não me lembro exatamente dos números, mas sei que minha revista vendeu mais que algumas publicações mais famosas da Abril.

Além desse projeto, tive outro personagem meu, Hacker, o Guerreiro Digital, publicado na revista Dragão Brasil. Era sobre um agente/usuário que combatia crimes cibernéticos se ´infiltrando´ no mundo virtual. De repente, o Marcelo Cassaro, que era o editor, me pediu para concluir a história e eu me recusei a fazer isso porque o planejamento era para no mínimo 40 páginas. Eu nunca fechei esse projeto.

HQM: Da Abril, você foi para a Editora Globo? Além da revista em quadrinhos da Xuxa, quais seus outros trabalhos na editora?
Aluir:
Não, eu trabalhava ao mesmo tempo para a Abril e para a Globo. Não havia conflito, apenas muito trabalho a fazer. Por isso muitas datas de trabalhos publicados coincidem.

HQM: Como se deu a contratação para trabalhar no exterior?
Aluir:
Elizabeth de Fiore, então Diretora de Grupo da Abril, encomendou-me uma história do Batman para ser aprovada em Nova Iorque. A idéia dela era produzir no Brasil as histórias do Batman baseadas no desenho animado. Os caras da DC não aprovaram o projeto, mas me convidaram para trabalhar para eles. Algum tempo depois fui contratado para fazer Superman Adventures, e graças a esse trabalho Bruce Timm me convidou para fazer parte da sua equipe na Warner. Eu era o único cara da equipe que fazia ao mesmo tempo o show da TV e a revista. Portanto, além do próprio Mauricio, que sempre foi meio que uma figura paterna para mim, Beth de Fiore foi a pessoa que mais deu impulso à minha carreira. Foi ela quem deu o sinal verde para o meu projeto Andrea, a Repórter.

HQM: Quais foram seus primeiros trabalhos para o mercado norte-americano? Você também trabalhou com o Sonic e Pica-Pau?
Aluir:
No início foi mais arte-final. Os editores da DC enviavam os desenhos desses artistas e me pediam para arrumar tudo, colocar no estilo do desenho da TV, que era o estilo do Bruce Timm. Como eu já tinha desenvolvido um estilo pessoal similar, havia uma harmonia que facilitava as coisas. O Pica-Pau foi um projeto para videogame para o qual desenvolvi a história, o design e a animação. Dizem que os primeiros games totalmente produzidos no Brasil foram o do Pica-Pau e o game da Turma da Mônica. Os dois estavam em produção na mesma época. O Sonic foi apenas um projeto para álbum de figurinhas, mas eu o fiz como fã do personagem. Lembro-me que joguei o game do Sonic pra caramba, e a idéia era deixar o álbum com a cara do jogo. Boa desculpa (rs).

HQM: Na época em que você começou a trabalhar para a DC, outros artistas brasileiros tiveram que usar pseudônimos americanizados, para talvez não despertar algum tipo de preconceito em relação aos leitores mais radicais. Você trabalha lá fora com o seu nome real há bastante tempo e, aparentemente, sem problema algum. Por que decidiu usar o nome real? Se você resolvesse usar um pseudônimo, acha que as coisas poderiam ser diferentes de alguma forma? Você sofreu algum tipo de discriminação por esse motivo?
Aluir:
O leitor americano mais radical está mais preocupado em ler uma boa história e boa arte, mas se o material estiver ruim ele vai reclamar e vai parar de comprar. O uso de pseudônimo foi uma imposição por questões administrativas aqui no Brasil, e essa foi uma das razões básicas que me levaram a jamais aceitar ser agenciado por representantes brasileiros. A outra razão tinha a ver com o pagamento de royalties. Por já falar inglês, decidi gerenciar minha própria carreira de maneira independente. O, às vezes impronunciável (para os americanos), nome de Bill Sienkiewicz sempre me vem à memória quando penso nisso. Mas os meus amigos no exterior sempre pronunciaram meu nome de uma maneira tão clara que, acredito, faria inveja a muitos brasileiros. Ainda é muito comum eu ter de corrigir meus compatriotas: "Meu nome não é Luís" (rs).

HQM: Na DC você trabalhou bastante em Superman Adventures e fez histórias para títulos como Justice League Adventures, Action Comics, Justice League of Amazons, Impulse, Superman: Strength, e mais recentemente no novo título do Spirit lançado pela DC. Como está seu trabalho na casa? Qual o ritmo de trabalho? Está satisfeito com a DC, ou tem vontade de trabalhar para outra editora?
Aluir:
Estou satisfeito com a DC pela qualidade de projetos que me oferecem e pela oportunidade de trabalhar com grandes nomes da indústria como Marie Severin, Terry Austin, Mark Millar, Scott McCloud, Alex Ross e, mais recentemente, Sergio Aragonés e Mark Evanier. Mas devo dizer que meu método de trabalho não é dos mais ortodoxos. Meu editor aceita meu método de trabalho por pelo menos dez anos, portanto essa é a melhor casa para mim. Apesar disso, como dedico uma grande parcela de meu tempo a projetos de TV para empresas de Los Angeles, ainda não posso trabalhar com quadrinhos de modo regular. Obviamente The Spirit foi uma das melhores ofertas que me fizeram e foi muito engraçado como aconteceu: meu amigo Lance Falk começou a me enviar várias revistas do Spirit desenhadas por Darwyn Cooke (que também fazia parte da equipe da Warner, fazendo storyboards). Aquilo aguçou minha vontade de voltar aos quadrinhos. Então liguei para a DC e perguntei se eles tinham algo para mim. Meu editor retornou a ligação dizendo que queria que eu desenhasse o Spirit.

HQM: Você também foi responsável por diversos storyboards de animações da DC, Disney, da nova animação do Homem-Aranha e muitos outros. Qual mídia é a sua favorita? Prefere trabalhar com animação ou com quadrinhos?
Aluir:
Ambas as mídias possuem seus atrativos. Comics é um trabalho mais autoral, algo que você mostra para os amigos e diz "fui eu que fiz". Tem também o charme do reconhecimento, de receber royalties por trabalhos vendidos não só nos EUA, mas também em países como Itália, Rússia, Indonésia, etc. Animação é mais trabalho em equipe, mas o fato de fazer pré-produção garante a satisfação de se sentir no controle da criação. Mas o mais importante é saber que estou entre amigos e admiradores. Nesse sentido, trabalhar com animação, é especial.

HQM: Você tem algum trabalho autoral em andamento?
Aluir:
Terminei um livro, um romance adulto contemporâneo muito denso. Já sondei o mercado editorial e estou empolgado com a ideia de me tornar um escritor sério, mas não tenho pressa. Por enquanto o livro está descansando. Tenho também um projeto de graphic novel sobre o Império Romano que estou pesquisando há pelo menos 9 anos, ainda sem vistas de começar a desenhar.

HQM: Quais os seus projetos futuros? Alguma novidade pela DC ou outra editora?
Aluir:
De projetos imediatos, apenas a proposta de desenhar Archie, Betty e Veronica, que me foi conduzida por meio de Terry Austin. Ele parece bastante empolgado com a idéia, mas eu lhe disse que provavelmente as curvas das minhas meninas seriam um pouco demais para o estilo da Archie Comics. Entretanto, parece que sou conhecido por lá e ninguém fez objeções ao estilo. Além disso, eles estão desenvolvendo um estilo realista que está dando um excelente retorno. Mas devo admitir que sempre fui fã dos desenhos de Dan DeCarlo, e continuar um trabalho iniciado por ele é uma grande oportunidade. Ele foi uma das minhas primeiras influências, pois quando criança, eu costumava desenhar Josie e as Gatinhas.

HQM: Quais os seus próximos trabalhos em animação? Pensa em um dia fazer uma animação própria?
Aluir:
Continuo a todo vapor fazendo storyboards para a SD Entertainment, além de ter ocorrido uma sondagem da Warner TV para um projeto que ainda não foi aprovado. Ainda não penso seriamente em desenvolver projetos para animação. O que tenho em mente talvez seja um pouco mais ambicioso, que é continuar me dedicando aos quadrinhos e desenvolver histórias que possam ser adaptadas para a telona. Esse é o caminho e já tenho o projeto ideal para isso que é uma história de aventura e mistério no Oriente Médio que terminei de escrever. A maneira mais próxima de descrevê-la seria uma mistura de Indiana Jones com a Lenda do Tesouro Perdido, explorando vários elementos bíblicos fantásticos. Esse é por enquanto meu projeto pessoal mais premente.

HQM: Qual o seu recado para os jovens artistas iniciantes?
Aluir:
Aos jovens artistas iniciantes recomendo técnica, instinto, persistência e inglês.

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Layouts de Aragonés e artes a lápis de Aluir
Artes de Superman Adventures e Superman: Strength
 
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